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5 Curiosas (e diferentes) Visualizações de Redes Sociais

A metodologia de análise de redes é uma importante adição no ferramental de quem procura entender as mídias sociais para as marcas. Assim como a análise de conteúdo e sentimento, é uma metodologia com uma ampla história e também aplicada nas mais diferentes áreas do conhecimento, especialmente nas ciências sociais e artes.

Algumas visualizações de rede disponíveis na internet mostram como a visualização de redes é uma poderosa ferramenta para mostrar relações e sistemas. Separamos cinco visualizações bem curiosas e divertidas.

O site Movie Galaxies disponibiliza visualizações e arquivos de redes que representam as conexões sociais entre personagens de filmes! De grandes redes de filmes como Forrest Gump a redes minúsculas como a de Solaris, o acervo do site traz exemplos para o aficionado em filmes e em pesquisa:

rede exterminador do futuro

 

Em projeto semelhante ao que falamos na semana anterior, o NY Times mostra os times de futebol mais conectados pelos jogadores da Copa do Mundo:

ny times - club network

 

O universo narrativo do momento, Game of Thrones, que empolga leitores e espectadores de todo o mundo, é conhecida pela violência e constantes mortes de protagonistas. Jerome Cuckier, expert de visualização de dados no Facebook, fez uma rede interativa pra você conferir as comunidades de assassinatos e quem mata quem nos livros. Clique para visualizar, mas cuidado com os spoilers!

game of thrones rede de mortes

 

Como os artistas musicais se conectam? Para descobrir isto, o pesquisador e programador Tamás Nepusz criou uma rede com milhares dos principais artistas e bandas na plataformas Last.fm. As conexões são estabelecidas de acordo com as similaridades a partir das tags, adicionadas por usuários. Cada agrupamento mostra um gênero musical. Clique para descobrir quais bandas estão mais próximas e compare com o seu perfil:

lastfm_800_graph_white

 

A partir de mineração de dados do site de receitas Allrecipe, pesquisadores criaram redes de ingredientes. Não é uma rede composta por pessoas, mas sim por alho, manteiga, farinha e outros tipos de alimentos. O mais interessante, porém, é que representam conexões feitas por pessoas: os links entre os ingredientes são resultados da inteligência coletiva de milhares de cozinheiros.

Ingredient Complements

Se você deseja usar o potencial da análise de redes para sua agência ou empresa, pode nos procurar. Te ajudaremos a encontrar e entender comunidades, influenciadores, fluxos de informações e métricas de redes nas mídias sociais.

Digilats – entendendo o comportamento digital na América Latina

Estudo realizado pela JWT juntou a expertise de seus profissionais da América Latina com mais de 9 mil entrevistas (mais de 1000 em cada um dos nove países analisados) para entender o comportamento digital dos latino-americanos.

Na introdução do estudo, James Evans, Presidente da JWT para América Latina e Caribe, enfatiza a importância dos dados em tempo real para as marcas nos dias de hoje:

Estamos testemunhando uma evolução rápida e permanente de como os consumidores interagem com as marcas, e o único jeito pelo qual podemos sentir seu pulso é absorver mais dados, agindo e reagindo mais rápido, para criar ideias que permitem uma experiência diferenciada em tempo real.

Além das análises realizadas por representantes de cada país, dados sobre uso de internet e mídias sociais, banda larga, horas online, tipos de dispositivos, compra online e atividades realizadas, como no gráfico abaixo:

activities daily online - brazil - digilats

Atividades digitais realizadas diariamente por brasileiros

No site da Digitals é possível até fazer um pequeno teste, com 16 questões, e descobrir qual seu segmento, entre categorias como Check Listers, Social Enthusiasts, Cautious Sideliners, Web Scouts e Addicted Netizens:

guess who digilats

Para ler mais e fazer download do estudo completo, só acessar http://www.digilatsjwt.com/

Crianças de hoje e de antigamente. Quem é a geração internet?

head_kids

Baby Boomers, Geração X, Y, Z, Millenials. As definições são as mais variadas para identificar as “velhas” a “novas” gerações e suas relações com o mundo. A internet especificamente é um divisor de águas para essas gerações onde uma nasceu quando nada disso existia, outra viu ela nascer e outra já nasceu praticamente com um USB na ponta do dedo.

O infográfico abaixo, mostra um pouco como as gerações consomem e se relacionam com a internet e todo esse universo tecnológico que temos nos dias de hoje.

kids-of-the-past-vs-kids-of-the-internet-generation_51f6d43068a26

fonte: blog.hostgator.com

6 tipos de dinâmicas conversacionais no Twitter

O Pew Research Internet, reconhecido instituto de pesquisa sobre internet, acabou de lançar um relatório em parceria com a Social Media Research Foundation: Mapping Twitter Networks – from polarized crowds to community clusters[pdf]. Utilizando a ferramenta NodeXL, que aplicamos em diversos projetos de análise de redes sociais na Social Figures, foram encontrados 6 arquétipos de conversações no Twitter.

Segue abaixo a tradução da descrição básica de cada um destes arquétipos, que podem ser lidas melhor no relatório completo ou no resumo das descobertas.

polarized-crowdMultidão Polarizada (Polarized Crowd)

“Discussões polarizadas apresentam dois grandes e densos grupos com poucas conexões entre si. Os tópicos sendo discutidos são geralmente bem divididos e assuntos políticos calorosos. De fato, há pouca conversação entre os grupos além do fato de tratarem do mesmo tema. Multidões Polarizadas no Twitter não estão debatendo. Elas estão ignorando uma à outra enquanto apontam para diferentes fontes de conteúdo e usam hashtags diferentes”

tight-crowdMultidão Densa (Tight Crowd):

“Estas discussões são caracterizadas por pessoas altamente conectadas com poucos participantes isolados. Muitas conferências, tópicos profissionais, grupos de hobbies e outros temas que atraem comunidades manifestam-se neste formato de Multidão Densa.

Estas estruturas mostram especialmente como comunidades de aprendizado em rede funcionam e como compartilhamento e suporte mútuo pode ser facilitado pela mídia social”

brand-clustersClusters de Marca (Brand Clusters):

“Quando produtos, serviços ou temas populares como celebridades são discutidos no Twitter, geralmente há comentários de participantes desconectados. Estes participantes “isolados” em um cluster de conversação estão no lado esquerdo da imagem ao lado. Marcas muito conhecidas e outos temas populares podem atrair grandes e fragmentadas populações no Twitter, que tuitam sobre o tema mas não entre si. Quanto maior a população falando sobre a marca, menos provável será que os participantes estejam conectados uns aos outros.”

community-clustersClusters de Comunidades (Community Clusters):

“Alguns tópicos podem desenvolver vários grupos menores, que formam-se com frequência em torno de poucos hubs, cada um com sua própria audiência, influenciadores e fontes de informação. Estas conversações de Clusters de Comunidades parecem bazares com múltiplos centros de atividade. Notícias globais geralmente atraem coberta de muitas organizações de imprensa, cada uma com seus seguidores. Isto cria uma coleção de grupos de médio porte – e um número relevante de isolados (lado esquerdo da imagem ao lado).”

broadcast-networkxRede Broadcast (Broadcast Network):

“Comentários no Twitter em torno de notícias, conteúdo de marcas e âncoras conhecidos de imprensa possuem uma estrutura de hub e platéia na qual muitas pessoas repetem o que as organizações principais de mídia tuitam. Os membros da audiência da Rede Broadcast são geralmente conectados apenas com as fontes populares, sem conexões entre si. Em alguns casos, há sub-grupos menores de pessoas altamente conectadas – algo como “engajados” no assunto – que discutem as notícias entre si.”

support-networkRede de Suporte (Support Network):

“Reclamações de consumidores de grandes empresas são geralmente gerenciadas por contas no Twitter que tentam resolver as questões dos consumidores sobre seus produtos e serviços. Isto produz uma estrutura centralizada que é diferente do padrão da Rede Broadcast. Na estrutura da Rede de Suporto, a conta hub responde para muitos usuários desconectados, criando fluxos de informação em direção aos perfis. Em contraste, no padrão da Rede Broadcasts, o hub geralmente é respondido ou retuitado por muitos perfis, criando os fluxos de informação em direção ao hub apenas.”

Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições

Lançamos um material gratuito sobre Monitoramento de Mídias Sociais para Política e Eleições: histórico, aplicações e passo-a-passo. Confira as seções abaixo:

a) Mídias Sociais e Eleições: uma parceria com bastante história;
b) O Brasil dos Protestos: Ano Eleitoral e Mídias Digitais;
c) Aplicações do Monitoramento de Mídias Sociais no Marketing Político Eleitoral;
d) Passo-a-passo do Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições;
e) Conheça o BrandCare

Para visualizar e fazer o download, basta acessar nosso SlideShare:

Sete cursos online (e gratuitos!) para o profissional de monitoramento de mídias sociais

Área complexa e multidisciplinar, o mercado de inteligência e monitoramento de mídias sociais requer diferentes habilidades e capacidades, que vão de análise de dados a conhecimento histórico-cultural, passando por psicologia e outras áreas. Os profissionais de monitoramento ainda são predominantemente autodidatas ou formados nas suas próprias agências e empresas.

Mas em 2013 vimos o boom dos MOOC – massive open online course -, os cursos online, massivos e abertos de grandes universidades. Selecionamos 7 destes cursos para você evoluir ainda mais profissionalmente!

Social and Economic Networks: Models and Analysis

social networks

O curso Social and Economic Networks: Models and Analysis, liderado por Matthew O. Jackson da Stanford University, apresentará teoria e prática em análise de redes sociais e econômicas. Em sete semanas falará sobre definições e métricas de redes sociais, assim como dinâmicas como formação estratégica, jogos e difusão em redes. Começa hoje, 06 de janeiro, e dura 7 semanas, com dedicação semanal esperada de 3 a 6 horas.

Ciência Política

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Entender de política nunca é demais para nós, tanto como cidadãos quanto como profissionais de marketing político, especialmente em ano de eleições. O curso de Ciência Política, promovido pela USP, é ministrado pelo prof. Clóvis de Barros Filho.

Probabilidade & Estatística

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Com professores do departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, o curso apresentará técnicas e testes de Probabilidade e Estatística, úteis para quem trabalha com grandes quantidades de dados. Os professores são Melvin Cymbalista & André Leme Fleury.

Networks, Crowds and Markets

networks

Networks, crowds and markets – também tratando de redes sociais, o curso será promovido por Davis Easley, Jon Kleiberg e Eva Tardos, professores de Computação e Ciência da Informação da Cornell University. Começa no dia 02 de março e serão 10 semanas de curso, com dedicação esperada de 4-5 horas por semana.

Entrepreneurship 101: Who is your customer?

entrepreneurship

Voltado a empreendedores, o curso Entrepreneurship 101: Who is your customer? ensinará como identificar e analisar os consumidores de um serviço ou produto. O instrutor é Bill Aulet, professor da MIT Sloan School of Management. Seis semanas de curso com dedicação semanal de 4 horas.

The Analytics Edge

analytics edge
O curso The Analytics Edge, também oferecido por professores e alunos do MIT, Massachusetts Institute of Technology, será focado em estudos de casos reais nos quais a análise de dados foi o diferencial para o sucesso. Começa 04 de março e dura 11 semanas.

Introduction to Psychology as a Science

psy

Por fim, o sétimo curso que indicamos, Introduction to Psychology as a Science, apresentará a ciência da Psicologia em suas principais áreas de aplicação. O professor Anderson D. Smith, do Georgia Institute of Technology, tratará de temas relevantes para a nossa área, como ambiente e cognição social, personalidade e motivação. Começa dia 13 de janeiro e dura 12 semanas.

21/12/2012 – Fim Do Mundo (ou não)

capa

Segundo os Maias hoje era para ser o fim do mundo, mas parece que não rolou. Nos últimos dias qualquer motivo era motivo para justificar, comparar, acreditar, não acreditar, brincar e por aí vai, com o tema. Então, ficamos ligados no que galera andou dizendo nas redes sociais e pelo visto, ninguém estava acreditando muito não! Confira aí. (para ver maior clique aqui)

FimdoMundo

#OiOiOi… A Avenida que o Brasil inteiro parou para ver e comentar.

A gente andou um pouco sumido daqui, mas tem um motivo, ou melhor uma culpada… a Rita. É tudo culpa da Rita! A novela da Rede Globo – Avenida Brasil – dispensa maiores apresentações e comentários, foi um sucesso e conquistou o Brasil e os números de audiência.

Mas não foi só na TV que a novela se destacou, nas redes sociais também. Nas últimas duas semanas monitoramos tudo o que pessoal falou sobre ela e em mais uma parceria com a Agência Twist juntamos tudo em um infográfico. Foram mais de 590mil menções vindas de todos os cantos do país.

Como todo mundo vai parar para ver o final da novela (e nós também), resolvemos lançar o infográfico mais cedo e não correr o risco de perder o último capítulo. #Ririri

Ah! Esquecemos de perguntar, #QuemMatouMax? Deixe seu palpite aí nos comentários. =)

Quer ver maior? clique aqui

Keep Calm and Carry On

Alguma vez na sua vida “virtual social”, você já deve se deparado com alguma combinação de “Keep Calm and qualquer coisa”. Apesar de da ‘febre’ ser recente, com direito a infinitos compartilhamentos e combinações nas redes sociais, ilustrações em capas de cadernos, aplicativos para celular e por aí vai… a idade do famoso cartaz já bate na casa dos 73 anos.

Durante a segunda guerra mundial, as terras inglesas foram ameaçadas por um ataque de Hitler e o governo criou os cartazes para incentivar a população a continuar em frente (Carry On). No entanto, não houve ataque e os cartazes não foram usados, ficaram guardados até serem descobertos em 2000, por uma livraria chamada “Barker Bookers”. Abaixo você confere um vídeo que eles fizeram contanto a história da famosa frase.

Cyberbullying: as consequências da agressão virtual

As brincadeiras entre as crianças de hoje em dia já não são as mesma de anos atrás. A rodinha na calçada de casa deu lugar às interações sociais, só no ambiente virtual. As mídias sociais estão aí e podemos ver crianças com seus 5 anos de idade já dando os primeiros ‘passinhos’ no uso de um computador, celular, tablets, e afins, o que ajuda, na dose e no uso correto, muito no desenvolvimento delas.

Mas há o “lado b”, pois assim como no ‘mundo real’ essas crianças e jovens estão sujeitas a serem vitimas de bullying, ou melhor, cyberbullying. A prática pode trazer graves consequências para quem sobre a agressão e em tempos onde as redes sociais estão presentes constantemente na vida desses jovens, uma frase ou foto mal intencionada pode virar uma bola de neve. Segundo o infográfico divulgado pela OnlineCollege.org, 69% dos jovens possuem seus próprios celulares ou computadores, desses 80% são ativos em redes sociais.

Confira abaixo mais alguns números sobre:

fonte: Canaltech
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