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6 tipos de dinâmicas conversacionais no Twitter

O Pew Research Internet, reconhecido instituto de pesquisa sobre internet, acabou de lançar um relatório em parceria com a Social Media Research Foundation: Mapping Twitter Networks – from polarized crowds to community clusters[pdf]. Utilizando a ferramenta NodeXL, que aplicamos em diversos projetos de análise de redes sociais na Social Figures, foram encontrados 6 arquétipos de conversações no Twitter.

Segue abaixo a tradução da descrição básica de cada um destes arquétipos, que podem ser lidas melhor no relatório completo ou no resumo das descobertas.

polarized-crowdMultidão Polarizada (Polarized Crowd)

“Discussões polarizadas apresentam dois grandes e densos grupos com poucas conexões entre si. Os tópicos sendo discutidos são geralmente bem divididos e assuntos políticos calorosos. De fato, há pouca conversação entre os grupos além do fato de tratarem do mesmo tema. Multidões Polarizadas no Twitter não estão debatendo. Elas estão ignorando uma à outra enquanto apontam para diferentes fontes de conteúdo e usam hashtags diferentes”

tight-crowdMultidão Densa (Tight Crowd):

“Estas discussões são caracterizadas por pessoas altamente conectadas com poucos participantes isolados. Muitas conferências, tópicos profissionais, grupos de hobbies e outros temas que atraem comunidades manifestam-se neste formato de Multidão Densa.

Estas estruturas mostram especialmente como comunidades de aprendizado em rede funcionam e como compartilhamento e suporte mútuo pode ser facilitado pela mídia social”

brand-clustersClusters de Marca (Brand Clusters):

“Quando produtos, serviços ou temas populares como celebridades são discutidos no Twitter, geralmente há comentários de participantes desconectados. Estes participantes “isolados” em um cluster de conversação estão no lado esquerdo da imagem ao lado. Marcas muito conhecidas e outos temas populares podem atrair grandes e fragmentadas populações no Twitter, que tuitam sobre o tema mas não entre si. Quanto maior a população falando sobre a marca, menos provável será que os participantes estejam conectados uns aos outros.”

community-clustersClusters de Comunidades (Community Clusters):

“Alguns tópicos podem desenvolver vários grupos menores, que formam-se com frequência em torno de poucos hubs, cada um com sua própria audiência, influenciadores e fontes de informação. Estas conversações de Clusters de Comunidades parecem bazares com múltiplos centros de atividade. Notícias globais geralmente atraem coberta de muitas organizações de imprensa, cada uma com seus seguidores. Isto cria uma coleção de grupos de médio porte – e um número relevante de isolados (lado esquerdo da imagem ao lado).”

broadcast-networkxRede Broadcast (Broadcast Network):

“Comentários no Twitter em torno de notícias, conteúdo de marcas e âncoras conhecidos de imprensa possuem uma estrutura de hub e platéia na qual muitas pessoas repetem o que as organizações principais de mídia tuitam. Os membros da audiência da Rede Broadcast são geralmente conectados apenas com as fontes populares, sem conexões entre si. Em alguns casos, há sub-grupos menores de pessoas altamente conectadas – algo como “engajados” no assunto – que discutem as notícias entre si.”

support-networkRede de Suporte (Support Network):

“Reclamações de consumidores de grandes empresas são geralmente gerenciadas por contas no Twitter que tentam resolver as questões dos consumidores sobre seus produtos e serviços. Isto produz uma estrutura centralizada que é diferente do padrão da Rede Broadcast. Na estrutura da Rede de Suporto, a conta hub responde para muitos usuários desconectados, criando fluxos de informação em direção aos perfis. Em contraste, no padrão da Rede Broadcasts, o hub geralmente é respondido ou retuitado por muitos perfis, criando os fluxos de informação em direção ao hub apenas.”

Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições

Lançamos um material gratuito sobre Monitoramento de Mídias Sociais para Política e Eleições: histórico, aplicações e passo-a-passo. Confira as seções abaixo:

a) Mídias Sociais e Eleições: uma parceria com bastante história;
b) O Brasil dos Protestos: Ano Eleitoral e Mídias Digitais;
c) Aplicações do Monitoramento de Mídias Sociais no Marketing Político Eleitoral;
d) Passo-a-passo do Monitoramento de Mídias Sociais para Eleições;
e) Conheça o BrandCare

Para visualizar e fazer o download, basta acessar nosso SlideShare:

Sete cursos online (e gratuitos!) para o profissional de monitoramento de mídias sociais

Área complexa e multidisciplinar, o mercado de inteligência e monitoramento de mídias sociais requer diferentes habilidades e capacidades, que vão de análise de dados a conhecimento histórico-cultural, passando por psicologia e outras áreas. Os profissionais de monitoramento ainda são predominantemente autodidatas ou formados nas suas próprias agências e empresas.

Mas em 2013 vimos o boom dos MOOC – massive open online course -, os cursos online, massivos e abertos de grandes universidades. Selecionamos 7 destes cursos para você evoluir ainda mais profissionalmente!

Social and Economic Networks: Models and Analysis

social networks

O curso Social and Economic Networks: Models and Analysis, liderado por Matthew O. Jackson da Stanford University, apresentará teoria e prática em análise de redes sociais e econômicas. Em sete semanas falará sobre definições e métricas de redes sociais, assim como dinâmicas como formação estratégica, jogos e difusão em redes. Começa hoje, 06 de janeiro, e dura 7 semanas, com dedicação semanal esperada de 3 a 6 horas.

Ciência Política

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Entender de política nunca é demais para nós, tanto como cidadãos quanto como profissionais de marketing político, especialmente em ano de eleições. O curso de Ciência Política, promovido pela USP, é ministrado pelo prof. Clóvis de Barros Filho.

Probabilidade & Estatística

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Com professores do departamento de Engenharia de Produção da Escola Politécnica da USP, o curso apresentará técnicas e testes de Probabilidade e Estatística, úteis para quem trabalha com grandes quantidades de dados. Os professores são Melvin Cymbalista & André Leme Fleury.

Networks, Crowds and Markets

networks

Networks, crowds and markets – também tratando de redes sociais, o curso será promovido por Davis Easley, Jon Kleiberg e Eva Tardos, professores de Computação e Ciência da Informação da Cornell University. Começa no dia 02 de março e serão 10 semanas de curso, com dedicação esperada de 4-5 horas por semana.

Entrepreneurship 101: Who is your customer?

entrepreneurship

Voltado a empreendedores, o curso Entrepreneurship 101: Who is your customer? ensinará como identificar e analisar os consumidores de um serviço ou produto. O instrutor é Bill Aulet, professor da MIT Sloan School of Management. Seis semanas de curso com dedicação semanal de 4 horas.

The Analytics Edge

analytics edge
O curso The Analytics Edge, também oferecido por professores e alunos do MIT, Massachusetts Institute of Technology, será focado em estudos de casos reais nos quais a análise de dados foi o diferencial para o sucesso. Começa 04 de março e dura 11 semanas.

Introduction to Psychology as a Science

psy

Por fim, o sétimo curso que indicamos, Introduction to Psychology as a Science, apresentará a ciência da Psicologia em suas principais áreas de aplicação. O professor Anderson D. Smith, do Georgia Institute of Technology, tratará de temas relevantes para a nossa área, como ambiente e cognição social, personalidade e motivação. Começa dia 13 de janeiro e dura 12 semanas.

21/12/2012 – Fim Do Mundo (ou não)

capa

Segundo os Maias hoje era para ser o fim do mundo, mas parece que não rolou. Nos últimos dias qualquer motivo era motivo para justificar, comparar, acreditar, não acreditar, brincar e por aí vai, com o tema. Então, ficamos ligados no que galera andou dizendo nas redes sociais e pelo visto, ninguém estava acreditando muito não! Confira aí. (para ver maior clique aqui)

FimdoMundo

#OiOiOi… A Avenida que o Brasil inteiro parou para ver e comentar.

A gente andou um pouco sumido daqui, mas tem um motivo, ou melhor uma culpada… a Rita. É tudo culpa da Rita! A novela da Rede Globo – Avenida Brasil – dispensa maiores apresentações e comentários, foi um sucesso e conquistou o Brasil e os números de audiência.

Mas não foi só na TV que a novela se destacou, nas redes sociais também. Nas últimas duas semanas monitoramos tudo o que pessoal falou sobre ela e em mais uma parceria com a Agência Twist juntamos tudo em um infográfico. Foram mais de 590mil menções vindas de todos os cantos do país.

Como todo mundo vai parar para ver o final da novela (e nós também), resolvemos lançar o infográfico mais cedo e não correr o risco de perder o último capítulo. #Ririri

Ah! Esquecemos de perguntar, #QuemMatouMax? Deixe seu palpite aí nos comentários. =)

Quer ver maior? clique aqui

Keep Calm and Carry On

Alguma vez na sua vida “virtual social”, você já deve se deparado com alguma combinação de “Keep Calm and qualquer coisa”. Apesar de da ‘febre’ ser recente, com direito a infinitos compartilhamentos e combinações nas redes sociais, ilustrações em capas de cadernos, aplicativos para celular e por aí vai… a idade do famoso cartaz já bate na casa dos 73 anos.

Durante a segunda guerra mundial, as terras inglesas foram ameaçadas por um ataque de Hitler e o governo criou os cartazes para incentivar a população a continuar em frente (Carry On). No entanto, não houve ataque e os cartazes não foram usados, ficaram guardados até serem descobertos em 2000, por uma livraria chamada “Barker Bookers”. Abaixo você confere um vídeo que eles fizeram contanto a história da famosa frase.

Cyberbullying: as consequências da agressão virtual

As brincadeiras entre as crianças de hoje em dia já não são as mesma de anos atrás. A rodinha na calçada de casa deu lugar às interações sociais, só no ambiente virtual. As mídias sociais estão aí e podemos ver crianças com seus 5 anos de idade já dando os primeiros ‘passinhos’ no uso de um computador, celular, tablets, e afins, o que ajuda, na dose e no uso correto, muito no desenvolvimento delas.

Mas há o “lado b”, pois assim como no ‘mundo real’ essas crianças e jovens estão sujeitas a serem vitimas de bullying, ou melhor, cyberbullying. A prática pode trazer graves consequências para quem sobre a agressão e em tempos onde as redes sociais estão presentes constantemente na vida desses jovens, uma frase ou foto mal intencionada pode virar uma bola de neve. Segundo o infográfico divulgado pela OnlineCollege.org, 69% dos jovens possuem seus próprios celulares ou computadores, desses 80% são ativos em redes sociais.

Confira abaixo mais alguns números sobre:

fonte: Canaltech

Eleições X Redes Sociais

Com a proximidade das eleições este ano, as timelines e murais começam a serem bombardeadas por mensagens politicas dos mais variados partidos, candidatos e afins. Há quem goste, discuta e defenda seu ponto de vista e há quem odeie esse tipo de mensagens, mas como o perfil é individual, cada um compartilha aquilo em que acredita. Agora se seus amigos vão gostar ou não é outra história.

Gostando ou não a questão é: as pessoas estão mudando sua opinião política. O motivo? Os novos meios de comunicação. Tal afirmação foi colocada pelo (oráculo) Google, que lançou no dia 24/07 o “Four Screens to Victory”, onde mostra como está ocorrendo essa mudança, com base nas eleições dos EUA. Segundo eles a vitória depende de quatro telas: TV, mobile, tablete e computador. O que vai de encontro com o que temos acompanhado ao longo dos últimos anos, o crescimento do uso da internet por celulares e a febre dos tablets.

Diferentemente dos EUA onde uma boa parte da verba para campanhas políticas é investida em mídias digitais, no Brasil não se vê o mesmo empenho, apesar de políticos usarem de certa maneira as redes para falar das suas propostas. Será que teremos mudanças vindo por aí!?

fonte: ProXXIma

Social Media é coisa para profissionais. Não para sobrinhos.

Há quem defenda (e pense) que trabalhar com Social Media é uma tarefa bem simples, mas tudo é bem mais complexo do que aparenta ser. Marcelo Sant’Iago, em texto publicado na edição de julho da revista ProXXIma, fala sobre o assunto, cujo o título da nome ao post, confira.

*Por Marcelo Sant´Iago

“Isso mostra que você não entende nada de social media e nem de Facebook” me disse outro dia uma pessoa, após eu comentar que determinado artigo era uma das maiores bobagens que li nos últimos tempos.

Não. Não, entendo mesmo.

O fato de eu ter algumas centenas de amigos no Facebook, o mesmo volume de contatos no LinkedIn e pouco mais de mil seguidores no Twitter, não me faz um especialista no assunto. Assim como o fato do Tarcísio Meira ter feito dezenas de novelas não o faz um especialista em televisão.

Eu sou apenas uma pessoa que usa bastante as redes sociais para fins pessoais e profissionais. Não me julgo, não pretendo, nem nunca disse que sou um especialista no assunto.

Mas isso não me impede de emitir uma opinião, baseada em meus mais de 20 anos de carreira em publicidade, 16 deles na publicidade online: o mercado de social media no Brasil precisa mais do que nunca de profissionais e não de sobrinhos.

Sim, sobrinhos, este personagem que assola o mercado de internet desde os seus primórdios.

“Precisamos fazer um site!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Lembrou?

“Nosso site não aparece no Google!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Conhece esse?

“Precisamos de uma página no Facebook e de um perfil no Twitter!”

“Chefe, tenho…”

Entra ano, sai ano e os sobrinhos continuam por aí, assombrando as empresas.

Sobrinho, caia na real: o fato de você ter entre 18 a 25 anos e ter muitos amigos no Facebook e Twitter, não te faz um especialista em redes sociais. Muito menos um consultor.

Aliás, quem tem de cair na real são as empresas que, em sua maioria, ainda estão contratando sobrinhos, netos, primos e similares para cuidar de sua imagem e comunicação nestes ambientes. Quando na verdade, elas deveriam estar buscando profissionais de comunicação, publicidade, relações públicas e afins.

Durante alguns meses tive entre meus clientes uma empresa norte-americana da área de social media. Ela recentemente foi vendida por estimados 300 milhões de dólares a uma grande corporação. O serviço que eles prestam é algo que as empresas brasileiras com mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter ainda não adotou. Aqui só se fala em comprar campanhas no Facebook e acompanhar o que estão dizendo sobre você no Twitter. Mas a gestão do conteúdo ainda é feita de forma manual, arcaica e sem uniformidade na estratégia, o que proporcionaria métricas mais eficientes.

Poucas semanas depois deste meu cliente ter sido vendido, seu maior concorrente foi adquirido por outra empresa por 689 milhões de dólares. Ambas transações saíram no AdAge, no Business Insider e em diversos sites especializados, tanto de publicidade como de tecnologia. Mas nem uma linha em nossos grandes veículos.

Enquanto o brasileiro ainda se preocupa em oferecer desconto pra conseguir mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter, as empresas norte-americanas falam de engajamento e construção de marca.

Por aqui, o gerenciamento ainda é feito de forma manual, site a site; nos EUA a estratégia é pensar todas as redes sociais de forma coordenada e com a garantia de que o acesso ao conteúdo será perfeito via qualquer plataforma.

No Brasil, a presença das empresas em redes sociais ainda é vista como novidade e os veículos do tradecolaboram, ao noticiar que tal empresa agora tem página no Facebook (desde quando isso é notícia?). Nos EUA, as empresas já pensam em ROI, pois presença nas redes sociais é obrigatória e deixou de ser novidade faz tempo.

Enquanto lá eles usam uma plataforma para o gerenciamento eficiente, aqui a maioria ainda usa sobrinhos.

Biz Stone disse em um evento: “Eu criei o Twitter, mas não sou especialista em social media”.

E você aí se achando, né Sobrinho?

*Marcelo Sant’Iago é sócio da MBreak Comunicação, especialista em mídia interativa e presta assessoria a empresas interessadas em expandir seus negócios no meio online. (texto publicado na revista ProXXIma de julho/12)

 

 

 

Como está o perfil no LinkedIn?

Sabe o famoso e conhecido currículo, pois é, assim como (quase) tudo ganhou sua versão digital, ele também passou de um simples impresso e ganhou uma rede social dedicada a isso. Não é nenhuma novidade, afinal o LinkedIn está no desde de 2003 e já possui 161 milhões de usuários espalhados pelo globo, 61% deles são de fora dos EUA, sua terra natal. Muitas empresas estão atentas as redes sociais e utilizam o LinkedIn na hora do seu recrutamento, com isso vem a questão: “Como está o perfil no LinkedIn?”.

A pergunta é pertinente e válida para seus demais perfis, já que os recrutadores usam as redes sociais para buscas referencias sobre o candidato e também analisar o seu comportamento, o que rende outra discussão, sobre a liberdade de expressão (que abordaremos em outro post), mas de qualquer maneira já #ficaadica sobre o tema.

Confira abaixo os 8 erros mais cometidos, para não pagar mico no LinkedIn.

1. Sua foto é muito informal (ou inexistente)
Não ter uma foto como avatar de rede social, hoje em dia, é quase um sinal de que você não existe. Ok, talvez não seja para tanto, mas é um indicativo de que o profissional não sabe lidar com as novas tecnologias e redes sociais. Para ser bem claro: melhor não criar o perfil a criá-lo e deixá-lo incompleto. Outro erro mais comum do que se imagina é o de profissionais que colocam fotos extremamente informais. Uma foto descontraída, dependendo do emprego e tipo de empresa em que você trabalha, pode passar. Uma foto que deixa ambíguo se você está sem camisa (fotos na praia ou fotos de rosto com a mulher usando um tomara-que-caia, por exemplo) e imagens suas com aquela cervejinha em mãos? Pode cortar.

2. Sua URL é a automática em vez de ser personalizada
Se o seu perfil no Facebook já pode ser acessado digitando http://www.facebook.com/nome-sobrenome (ou variações), então não há desculpas para o seu perfil profissional ser algo terrível de encontrar como http://www.linkedin.com/93052720358. Nas configurações da conta já é possível criar uma URL personalizada (e mais memorável) para aquilo que será seu currículo online. Basta ir em editar seu perfil e já no quadro principal há a opção de editar seu perfil público. Nela, você pode escolher o endereço do seu perfil público.

3. Seu perfil está marcado como privado
De que adianta investir horas atualizando e preenchendo seu perfil se ele não está disponível em buscas? Entre as coisas que os recrutadores podem descobrir a seu respeito no Google, o ideal é que eles possam encontrar páginas criadas e organizadas por você exatamente para mostrar o melhor do seu lado profissional. Melhor do que só encontrarem sua página pessoal no Facebook.

4. Você está em um milhão de grupos – ou não está em nenhum
Grupos são um dos principais recursos de networking no site. Não pertencer a nenhum é perder a oportunidade de conhecer novos profissionais, debater e mostrar seus interesses. Estar em muitos, por sua vez, dá a impressão que você não participa de fato em nenhum.

5. Seu perfil não tem recomendações com conteúdo
Só ter recomendações não é o suficiente. Elas têm de vir de pessoas que tenham como escrever a respeito de você: chefes, colegas etc. As melhores recomendações são aquelas específicas, que citem um emprego ou um projeto e seu desempenho nele. Por isso, não adianta (além de ser quebra de etiqueta na rede social), enviar pedidos automáticos de recomendações para todos os seus contatos.

6. Seu perfil está com sumários muito longos – e na terceira pessoa
Sumário, por definição, não pode ser muito longo. Discorrer por caracteres e caracteres sem fim sobre suas experiências prévias tira a paciência de qualquer um. Inclusive do recrutador. Outro hábito comum é o de descrever seu próprio histórico profissional na terceira pessoa. Se o perfil é no Linkedin, o recrutador sabe que foi você que criou e alimentou a página. Não há motivos para fingir o contrário.

7. Erros de português, inglês ou digitação
Pega mal no currículo impresso e também no Linkedin. Leia, releia, peça para algum amigo ler também e fique atento a quaisquer erros na sua página. Se você escolheu redigir em inglês, atenção redobrada. Nada pior do que escrever que tem inglês fluente e se contradizer com algum erro na página.

8. Mentiras e “meias verdades”
Inglês intermediário vira avançado, avançado vira fluente. Aquele curso de duas semanas na universidade no exterior descrito apenas como “curso de business em Londres” ou as aulas de especialização que acabam se tornando um mestrado. Essas meias verdades são facilmente descobertas, e podem acabar com a sua carreira.

fonte: Exame

 

 

 

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