Arquivos do Blog

Infográfico: Quanto tempo você gasta na redes sociais!?

time-on-social-media

Quanto do seu tempo você “gasta” na web!? 18% segundo o infográfico abaixo. Desde de 2006 o tempo gasto pelas pessoas nas redes sociais mais que duplicou, foi de 2,7 horas para 6,9. Os dados são tem como base os EUA. De qualquer maneira, isso se repente ao redor do globo. O ranking por tempo tem Facebook reinando em primeiro, seguido por Tumblr, Pinterest, Twitter, LinkedIn e Google+. Confira abaixo.

time-on-social-media - Cópia

Fonte: Mashable

Timehop, te ajuda relembrar o passado

Com todo o volume de informações, check-ins, fotos, tweets e etc² que recebemos e enviamos todos os dias, fica difícil consegui lembrar tudo o fizemos há um ano (às vezes um dia já é o suficiente). Já falamos aqui sobre dois sites que enviavam diariamente um e.mail para o usuário cadastrado mostrando o que ele fez há um ano, isso era apenas para o Foursquare e Instragam. Bom, os sites se fundiram, ganharam mais redes e um novo nome, Timehop.

As redes incorporadas ao serviço são, Facebook, Twitter, Foursquare, Instagram e Flickr. O esquema não mudou, você continua sendo recebendo diariamente suas atualizações de um ano, dois ou mais anos trás, mas somente daquele dia. Você pode acompanhar tudo por e.mail ou pelo APP disponível apenas para iPhone. Para os saudosistas e esquecidos (rs) de plantão, esse é um prato cheio. Mais infos aqui. ;)

Social Media é coisa para profissionais. Não para sobrinhos.

Há quem defenda (e pense) que trabalhar com Social Media é uma tarefa bem simples, mas tudo é bem mais complexo do que aparenta ser. Marcelo Sant’Iago, em texto publicado na edição de julho da revista ProXXIma, fala sobre o assunto, cujo o título da nome ao post, confira.

*Por Marcelo Sant´Iago

“Isso mostra que você não entende nada de social media e nem de Facebook” me disse outro dia uma pessoa, após eu comentar que determinado artigo era uma das maiores bobagens que li nos últimos tempos.

Não. Não, entendo mesmo.

O fato de eu ter algumas centenas de amigos no Facebook, o mesmo volume de contatos no LinkedIn e pouco mais de mil seguidores no Twitter, não me faz um especialista no assunto. Assim como o fato do Tarcísio Meira ter feito dezenas de novelas não o faz um especialista em televisão.

Eu sou apenas uma pessoa que usa bastante as redes sociais para fins pessoais e profissionais. Não me julgo, não pretendo, nem nunca disse que sou um especialista no assunto.

Mas isso não me impede de emitir uma opinião, baseada em meus mais de 20 anos de carreira em publicidade, 16 deles na publicidade online: o mercado de social media no Brasil precisa mais do que nunca de profissionais e não de sobrinhos.

Sim, sobrinhos, este personagem que assola o mercado de internet desde os seus primórdios.

“Precisamos fazer um site!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Lembrou?

“Nosso site não aparece no Google!”

“Chefe, tenho um sobrinho que é bom nessa coisa de internet”.

Conhece esse?

“Precisamos de uma página no Facebook e de um perfil no Twitter!”

“Chefe, tenho…”

Entra ano, sai ano e os sobrinhos continuam por aí, assombrando as empresas.

Sobrinho, caia na real: o fato de você ter entre 18 a 25 anos e ter muitos amigos no Facebook e Twitter, não te faz um especialista em redes sociais. Muito menos um consultor.

Aliás, quem tem de cair na real são as empresas que, em sua maioria, ainda estão contratando sobrinhos, netos, primos e similares para cuidar de sua imagem e comunicação nestes ambientes. Quando na verdade, elas deveriam estar buscando profissionais de comunicação, publicidade, relações públicas e afins.

Durante alguns meses tive entre meus clientes uma empresa norte-americana da área de social media. Ela recentemente foi vendida por estimados 300 milhões de dólares a uma grande corporação. O serviço que eles prestam é algo que as empresas brasileiras com mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter ainda não adotou. Aqui só se fala em comprar campanhas no Facebook e acompanhar o que estão dizendo sobre você no Twitter. Mas a gestão do conteúdo ainda é feita de forma manual, arcaica e sem uniformidade na estratégia, o que proporcionaria métricas mais eficientes.

Poucas semanas depois deste meu cliente ter sido vendido, seu maior concorrente foi adquirido por outra empresa por 689 milhões de dólares. Ambas transações saíram no AdAge, no Business Insider e em diversos sites especializados, tanto de publicidade como de tecnologia. Mas nem uma linha em nossos grandes veículos.

Enquanto o brasileiro ainda se preocupa em oferecer desconto pra conseguir mais fãs no Facebook e seguidores no Twitter, as empresas norte-americanas falam de engajamento e construção de marca.

Por aqui, o gerenciamento ainda é feito de forma manual, site a site; nos EUA a estratégia é pensar todas as redes sociais de forma coordenada e com a garantia de que o acesso ao conteúdo será perfeito via qualquer plataforma.

No Brasil, a presença das empresas em redes sociais ainda é vista como novidade e os veículos do tradecolaboram, ao noticiar que tal empresa agora tem página no Facebook (desde quando isso é notícia?). Nos EUA, as empresas já pensam em ROI, pois presença nas redes sociais é obrigatória e deixou de ser novidade faz tempo.

Enquanto lá eles usam uma plataforma para o gerenciamento eficiente, aqui a maioria ainda usa sobrinhos.

Biz Stone disse em um evento: “Eu criei o Twitter, mas não sou especialista em social media”.

E você aí se achando, né Sobrinho?

*Marcelo Sant’Iago é sócio da MBreak Comunicação, especialista em mídia interativa e presta assessoria a empresas interessadas em expandir seus negócios no meio online. (texto publicado na revista ProXXIma de julho/12)

 

 

 

O que é uma Hashtag?


O uso de tags já se tornou uma prática comum e de certa forma algo natural na hora de fazer algum comentário, post ou soltar um tweet. Como o próprio nome já diz, TAG que em inglês significa “Etiqueta” ajuda na organização das informações, como uma espécie de pasta onde você coloca todo o conteúdo relacionado ao um mesmo assunto e dessa maneira, facilitando o encontrar tudo de uma vez só. As tags também são utilizadas dentro das analises de redes sociais, possibilitando a organização e separação de tudo o que foi coletado, deixando cada uma delas dentro do “seu quadrado”.

Um dos usos mais comuns de tags é através do Twitter, que recebe nome de hashtag devido ao uso do símbolo “#” na frente de cada palavra. As hashtags são muito usadas por usuários da rede, sejam eles pessoas ou empresas, para agrupar todas as menções do mesmo assunto, participar e divulgar promoções ou simplesmente trollar o torcedor do time adversário durante uma partida de futebol. É possível visualizar em tempo real o uso delas por usuário através da busca no site do Twitter ou através de programas como o TweetDeck. Quanto maior o uso delas, mais chances ela terá de ser um Trending Topic (TT), que relaciona os assuntos (tags) mais comentados.

O uso de uma hashtag é algo que vai além do “#” e há controvérsias sobre o quão pode ser “forçação de barra” ou não. Algumas delas surgem e ganha seus 15k de fama e depois morrem, mais por serem temas pontuais, sem compromisso e despretensiosas, já outras podem perdurar e permanecerem por muito mais tempo no TT, como no caso de assuntos globais. De qualquer forma, vale a pena observar melhor o comportamento delas dentro da rede, não somente as que chegam ao #TT, mas de maneira geral. De repente você pode descobrir muitas coisas além de comentários da novela das 21h. ;)

Bonfire, o chat do Twitter

Cansou das DMs do Twitter e quer agilizar o bate-papo? Então você pode começar a usar o Bonfire.im. Ele é um aplicativo não oficial (Aaahhh!) para troca de mensagens instantâneas, similares ao do Facebook, mas no Twitter :) . Com ele é possivél trocar mensagens em tempo real com o seus amigos, basta que os dois se sigam e tenham ambos o aplicativo instalado. Além disso, você ainda consegue ver quais dos seus amigos estão on-line ao mesmo tempo. O serviço ainda está limitado, somente quem recebe o convite consegue utilizá-lo, segundo o site, em breve estará disponovél para todos.

Twitter Stories: histórias reais contadas através de 140 caracteres

Conhece o Twitter Stories? A iniciativa é do próprio Twitter que reuniu e está lançando uma série de histórias reais contadas a partir de um tweet. O mais legal de tudo isso é que através delas podemos enxergar o poder que os 140 caracteres do microbloggin podem ter, vão além disso e transformam vidas de pessoas e negócios.

No site é possível a ver a histórias como a de Aaron Durand (veja no vídeo abaixo), que conseguiu evitar o fechamento da livraria da sua mãe através do Twitter. Se você tiver uma história legal e quiser vê-la no site, use  a tag #TwitterStory :)

Fonte: ProXXima

A Visual History Of Twitter

Mais um infográfico mostrando como o Twitter evoluiu e se transformou em uma das maiores redes sociais. (via ProXXima)

Quem, Porque e Como do Twitter

Hoje o Twitter é uma das maiores redes sociais do mundo, há quem não fique um dia sem acessar, postar, compartilhar algo nela. Pensando nisso abaixo você confere o infográfico criado pela BuySellAds, onde eles apresentam um série de informações sobre quem usa o Twitter, como utilizam, o que compartilham e muito mais.

Twitter lança compartilhamento de fotos

O Twitter acaba de lançar um serviço de compartilhamento de fotos, o anúncio foi feito pelo CEO Dick Costolo durante a conferência D9, no vídeo abaixo você confere a apresentação do novo recurso.

Tweeting Seat, o banco de praça que Twitta.

NÃO, você não leu errado o título desse post e SIM existe um banco que twitta. Confesso que as vezes me surpreendo com a criatividade de algumas pessoas. O Tweeting Seat, criação do designer Chris McNicholl, é um banco igual aqueles de praça, mas que conta com um pequeno detalhe. Através de duas câmeras instaladas no banco, ele monitora a circulação das pessoas, com uma das câmeras ele filma o que está acontecendo ao seu redor e a outra quem senta no banco, o felizardo (ou não) ao sentar no Tweeting Seat, tem sua foto enviada para o perfil do banco (@tweetingseat). A engenhoca ainda está em teste e segundo seu criador ainda não tem uma função clara e aceitas novas idéias. Ok, que tal um banco espião!? Todo cuidado agora é pouco, rs :)

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.

%d bloggers like this: